A matemática é uma materia que para compreende-la você precisa de uma base
Por isso coloquei alguns videos abaixo para que vocês possam ter uma base melhor
Tendo toda esta base com certeza a matemática se tornara muito mais fácil
obs: não precisa olhar os assuntos que você já tem o domínio
Simplificação de números
Numeros primos, MMC e MDC 1ª parte
MMC e MDC 2ª parte
MMC e MDC 3ª parte
Fraçoes parte 1
Frações parte 2
Frações parte 3
Potencia
Radiciação parte 1
Radiciação parte 2
Radiciação parte 3
Fatoração parte 1
Fatoração parte 2
Fatoração parte 3
Fatoração parte 4
Racionalização parte 1
Racionalização parte 2
Racionalização parte 3
Racionalização parte 4
Equação do primeiro grau parte 1
Equação do primeiro grau parte 2
Equação do primeiro grau parte 3
Equação do segundo grau parte 1
Equação do segundo grau parte 2
Equação do segundo grau parte 3
Regra de tres parte 1
Regra de três parte 2
Regra de três parte 3
Regras de três parte 4
Regras de Três parte 5
Regras de três parte 6
Regras de tres parte 7
Conversão de unidade parte 1
Conversão de unidades parte 2
Conversão de unidades parte 3
Notação cientifica parte 1
Notação cientifica parte 2
Porcentagem parte 1
Porcentagem parte 2
sexta-feira, 8 de junho de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
Trabalho de Geografia
Trabalho para a disciplina de
Geografia. 2º Bimestre- 3ºA
Profª Eliana
Profª Eliana
Dupla.
Livro: Morte e vida Severina
Objetivo: Discutir o uso de terra e a luta por El no Nordeste do Brasil.
Orientação e didática para desenvolver o trabalho:
1- Parte
¾
Ler o livro Morte e vida Severina.
¾
Verificar se o autor deixa transparecer sua
posição em relação aos latifúndios. Qual trecho que o autor descreveu?
¾
Como a passagem foi musicada por Chico Buarque.
¾
Como foi o enterro de um trabalhador? O que
relatava sobre a terra?
¾
Que sentido tem o poema?
¾
Que sentido técnico a palavra tem em geografia?
¾
Qual posição tem sobre o latifúndio e ao
trabalhador se terra?
¾
Que sentido Global tem o texto citado:
“É de bom tamanho, nem largo, nem fundo é a parte que te cabe deste latifúndio.”
“É uma cova grande para teu pouco defunto, mas estarás mais ancho que estavas no mundo.”
“É de bom tamanho, nem largo, nem fundo é a parte que te cabe deste latifúndio.”
“É uma cova grande para teu pouco defunto, mas estarás mais ancho que estavas no mundo.”
¾
O que esse trabalhador não conseguiu?
¾
Qual caráter alegórico da passada do autor?
¾
Qual resgate de história que ouviram falar sobre
a migração dos nordestinos e as condições de vida dessas pessoas.
¾
Migração á seca no sertão.
Verificar qual é a sua identidade.
2-Parte
¾
Entrevista.
Entrevistar uma pessoa que nasceu no Nordeste e esta migrada aqui em São Paulo.
Entrevistar uma pessoa que nasceu no Nordeste e esta migrada aqui em São Paulo.
¾
Como era o lugar onde vivia?
¾
Se ele era proprietário de terra e de onde veio?
¾
Se havia grandes proprietários na sua região.
¾
Como foi tomada a decisão de migrar.
¾
Porque escolheu São Paulo?
¾
O que fez assim que chegou aqui, onde foi morar
e trabalhar?
¾
O que sentiu ao se defrontar com uma realidade
tão distinta da sua.
¾
Como foi recebido?
¾
Caso tenha sofrido ou ainda sofre alguma discriminação,
pedir que relate.
Fazer
um relato sobre o tema e o entrevistado.
Quais são as características.
Desigualdades na distribuição de terras.
Quais são as características.
Desigualdades na distribuição de terras.
3-Parte
Representar com gráficos e tabelas com
dados sobre o assunto.
¾
Maior parte dos estabelecimentos que pertencem a
pequenos proprietários.
(mas ocupa pouca área no nordeste,situação que, não é diferente em todo país).
(mas ocupa pouca área no nordeste,situação que, não é diferente em todo país).
Relações entre localização:
¾
Qual a porcentagem dos estabelecimentos que
ocupam?
¾
Os grandes proprietários correspondem à maioria
dos donos de terras no país?
¾
Compare a distribuição de terra no nordeste e em
todo o Brasil.
¾
O que poderia ser feito para solucionar o
problema da desigualdade na distribuição de terras no nordeste e no Brasil?
¾
Existem responsáveis por essa situação de
desigualdade? Quem?
4-Parte
Croqui
cartográfico:
Produzir um croqui cartográfico com base na correlação entre os dados da tabela e dos mapas.
Produzir um croqui cartográfico com base na correlação entre os dados da tabela e dos mapas.
¾
Político
¾
Da região nordeste
¾
De uso da terra
¾
De circulação
a-Localizar
a região nordeste e identificar os Estados que a compõem.
b-Observar
os diferentes usos de terras na região do nordeste.
c-Relacionar
a produção com o tamanho da propriedade.
d-Identificar
o destino da produção.
Após
esses dados, produzirá um texto argumentativo sobre a questão fundiária no
nordeste do Brasil.
5-Parte
Resultado final.
Observação:
Todos os alunos terão que apresentar o trabalho parte escrita, lembrando a
todos que o trabalho é manuscrito, não será aceito com texto digitado.
Mapas podem ser utilizados impressos. Gráficos o alunos terá que desenvolver.
Bibliografia utilizada e site de fonte de pesquisa.
Fontes de pesquisas:
Mapas podem ser utilizados impressos. Gráficos o alunos terá que desenvolver.
Bibliografia utilizada e site de fonte de pesquisa.
Fontes de pesquisas:
Produção
de alimentos – site Embrapa
Uso da terra – site do IBGE
Localizem mapas que tratem do tema proposto- site Atlas Geográfico escolar IBGE.
Uso da terra – site do IBGE
Localizem mapas que tratem do tema proposto- site Atlas Geográfico escolar IBGE.
Livro:
Morte e vida Severina - site Academia Brasileira de Letras.
Croqui:Programa MAPA- Como fazer um croqui.
Site: http://www.youtube.com/watch?v=NzxRZZYu9CQ
quinta-feira, 22 de março de 2012
Filme Jango Online
Link do Filme Jango, para quem quiser rever e fazer as anotações necessárias.
http://video.google.com/videoplay?docid=4128394675769367215
*Obs: Caso demore para aparecer o vídeo, basta reiniciar a página.
http://video.google.com/videoplay?docid=4128394675769367215
*Obs: Caso demore para aparecer o vídeo, basta reiniciar a página.
quarta-feira, 14 de março de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Resposta da linha do tempo de História
Cinco presidentes da ditadura militar (1964-1985):
1º Castelo Branco (1964-1967)
2º Arthur da Costa e Silva (1967-1969)
-Junta governativa provisória (1969)-
3º Emílio Garrastazu Médici (1969-1974)
4º Ernesto Geisel (1974-1979)
5º João Baptista Figueiredo (1979-1985)
1º Castelo Branco (1964-1967)
2º Arthur da Costa e Silva (1967-1969)
-Junta governativa provisória (1969)-
3º Emílio Garrastazu Médici (1969-1974)
4º Ernesto Geisel (1974-1979)
5º João Baptista Figueiredo (1979-1985)
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Para visitar: Memorial da resistência de São Paulo.
Lugares da memória: Resistência e repressão em São Paulo.
A mostra apresenta cem fotografias e documentos do acervo do Fundo Deops/SP (Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo).
Local da exposição: Largo General Osório, 66, Luz, região central, Tel: 33354990.
De terça a domingo: 10 às 18 hrs. até 18/03/12. Livre. *Entrada Gratuita
Lugares da memória: Resistência e repressão em São Paulo.
A mostra apresenta cem fotografias e documentos do acervo do Fundo Deops/SP (Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo).
Local da exposição: Largo General Osório, 66, Luz, região central, Tel: 33354990.
De terça a domingo: 10 às 18 hrs. até 18/03/12. Livre. *Entrada Gratuita
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Vladimir Herzog
LUCAS FERRAZ
A foto de Vladimir Herzog morto nas dependências do DOI-Codi em outubro de 1975 tornou-se um símbolo da repressão promovida pela ditadura (1964-85). A tentativa falhada de simular o suicídio do jornalista enfraqueceu a linha dura. Pela primeira vez, o fotógrafo Silvaldo Leung Vieira fala à imprensa.
Henri Cartier-Bresson, fundador da mítica agência Magnum e mestre francês da fotografia, definiu num célebre ensaio de 1952 a arte do fotógrafo como a capacidade de captar um instante decisivo, para o qual deve estar alerta.
“Enquanto trabalhamos, precisamos ter certeza de que não deixamos nenhum buraco, de que exprimimos tudo; depois será tarde demais, e não haverá como retomar o acontecimento às avessas”, escreveu ele.
O instante decisivo na vida do fotógrafo santista Silvaldo Leung Vieira foi também um instante decisivo para a vida política brasileira. Aluno do curso de fotografia da Polícia Civil de São Paulo, Silvaldo fez em 25 de outubro de 1975, aos 22 anos, a mais importante imagem da história do Brasil naquela década: a foto do corpo do jornalista Vladimir Herzog, pendurado por uma corda no pescoço, numa cela de um dos principais órgãos da repressão, o DOI-Codi (Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna).
Publicada na imprensa, a imagem corroborou a tese de que o “suicídio” de Herzog era uma farsa. No mesmo local, três meses depois, o mesmo fotógrafo testemunharia a morte do metalúrgico Manoel Fiel Filho. Assassinado sob tortura, ele também foi apresentado pelo regime como “suicida”.
Historiadores são unânimes: ambas as mortes foram decisivas para mudar os rumos da ditadura.
A Folha localizou Silvaldo em Los Angeles, onde vive desde agosto de 1979, quando saiu de férias do cargo de fotógrafo do Instituto de Criminalística para nunca mais voltar. Pela primeira vez, ele contou detalhes sobre sua atuação na polícia técnica de São Paulo. “Ainda carrego um triste sentimento de ter sido usado para montar essas mentiras”, afirmou, por telefone.
Sentindo-se ameaçado e perseguido pelo regime a que serviu, ele afirma não ter tido alternativa a não ser abandonar o emprego no serviço público e também o país.
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